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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Campus Party 2014: Viber anuncia ínicio de suas operações no mercado brasileiro

viber


CEO do Viber, Talmon Marco, anunciou hoje o início de suas operações no mercado brasileiro. Para quem ainda não conhece o Viber, imagine um aplicativo que é uma fusão entre o WhatsApp e o Skype, sendo totalmente gratuito e livre de propagandas. Ele está disponível para Android, iPhone, Windows Phone (7.8 e 8), BlackBerry e Bada, além de ter versões para Windows, Linux eMac OS X.

ViberTalmon Marco fala sobre o Viber no Brasil (Foto: Pedro Cipoli/Canaltech)
Contando com mais de 300 milhões de usuários em todo o mundo, dos quais 10 milhões estão no Brasil, o Viber espera conseguir uma boa parcela de mercado por aqui. A proposta é atraente, já que os recursos básicos são totalmente gratuitos e ele inclui um serviço de VoIP conhecido como ViberOut, algo ausente no WhatsApp, seu principal concorrente.
A empresa não fez nenhum investimento em propagandear o Viber por aqui por acreditar que esse não é o caminho certo, o que faz sentido, considerado que o Line fez uma série de anúncios na televisão e não conseguiu alcançar uma parcela de mercado considervável no Brasil. Mesmo sem anúncios nos principais meios de comunicação, o Viber ganha cerca de 700.000 usuários por dia, um número bastante considervável.
O início das operações incluirá apenas 3 funcionários por aqui, número que poderá ser ajustado conforme a demanda. A equipe de desenvolvimento fica em Israel, Amsterdã e Bielorrússia, utilizando servidores Amazon para gerenciar as mensagens e servidores locais para chamadas VoIP, como o ViberOut.
Embora o app seja totalmente gratuito para todas as plataformas, há itens que podem ser adquiridos dentro do Viber, como emoticons personalizados, jogos e créditos para chamadas de telefone. Talmon Marco garante que o preço é 50% menor do que o cobrado pelo Skype, sendo estas as formas de rentabilização do aplicativo.

[ Fonte: http://canaltech.com.br ] 



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Computadores rodando Android: uma realidade cada vez mais próxima

android no computador



Há alguns anos era praticamente impossível encontrar um computador que não rodasse Windows. Independente da existência de outros sistemas operacionais - como Linux e Mac -, a Microsoft reinava absoluta nos computadores. Mas isso foi há algum tempo. A realidade, hoje, é bem diferente. As vendas do Windows 8 estão estagnadas, fabricantes estão ressuscitando o Windows 7, os Chromebooks estão abocanhando fatias importantes do mercado e agora o Android começa a entrar em cena.
Sistema operacional líder no segmento de dispositivos móveis, o Android vem ensaiando uma estreia nos computadores pessoais há algum tempo e, segundo o ZDNet, quatro grandes companhias respaldam essa ideia: Lenovo, HP, AMD e Intel. Isso sem contar outra companhia que comanda e define os rumos da tecnologia nos tempos de hoje: o Google.
Não é difícil imaginar que há um motivo muito forte para que essas companhias queiram que o Android estreie nas telas maiores presentes em lares e escritórios. O fracasso do Windows 8 e sua aparente dificuldade em conquistar novos clientes tem levado essas empresas a acreditarem que há uma lacuna que pode ser preenchida com o sistema operacional do Google.

Por mais que pareça loucura trazer um sistema operacional desenvolvido especificamente para dispositivos móveis para uma tela maior, há quem acredite que o Android pode ser bem sucedido por dois motivos: ele tem muitos aplicativos e, graças ao advento dos softwares como serviço, não importa onde o sistema rodará. Afinal de contas, a própria Microsoft jogou sua suíte de aplicativos mais conhecida para a nuvem e lançou o Office 365, que pode ser executado diretamente de um navegador qualquer. O Chromebook funciona seguindo esse mesmo paradigma e esse tem sido um fator que vem contribuindo para o seu avanço no mercado. Então porque não funcionaria com o Android?
Analisando o atual cenário onde um grande público ainda utiliza o Windows XP, mas que em breve será deixado desassistido, é possível imaginar que eles podem considerar o Android como uma opção a ser adotada a partir já de 2016. Empresas, no entanto, enxergarão essa realidade mais adiante, mas ainda assim a enxergarão. Até lá, é possível que o Google já tenha fundido o Chrome OS ao Android e feito deles um único sistema operacional capaz de ser executado tanto em dispositivos mobile, quanto em desktops.

Se a Microsoft não conseguir assumir as rédeas e definir, de fato, o que é o Windows 8 daqui para lá, o sistema começará a perder terreno e relevância. Não acabará de uma hora para outra, mas chegará um momento em que será impossível voltar atrás.


Fonte: 
http://canaltech.com.br

Campus Party 2014: Paypal quer sumir com seu dinheiro e sua carteira

John Lunn


"Eu realmente odeio o dinheiro, eu quero acabar com ele", afirmou o Diretor Global de Desenvolvimento do PayPal,  John Lunn, durante sua keynote para campuseiros nesta quinta-feira (30). De acordo com o executivo, o maior serviço de pagamentos digitais do mundo está focado em eliminar todos os intermediários que usamos atualmente para realizar uma compra, seja ela sua carteira, notas de dinheiro ou até mesmo seu celular.
A empresa está demonstrando na Campus Party o novo serviço Paypal Check-in, que já está no Brasil desde outubro do ano passado de maneira limitada, em parceria com uma rede de cafés de São Paulo. Através do aplicativo, é possível fazer "check in" em uma loja e realizar seu pedido e compra com a antecedência que você quiser através do smartphone.
Do outro lado, o vendedor receberá seu pedido, sua foto e informações. Depois é só ir até a loja e acenar para o vendedor, que te reconhecerá pela imagem e te entregará o produto. "Atualmente você é obrigado a ficar em uma fila para fazer a parte mais chata de toda compra: pagar. Nós queremos que você tenha mais tempo para focar na parte divertida, procurar, escolher e experimentar o produto". Agora, a empresa está expandindo a quantidade de parceiros no país para trabalhar com o serviço. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a receber o serviço.

Campus Party 2014

"Eu realmente odeio o dinheiro, eu quero acabar com ele", afirmou o Diretor Global de Desenvolvimento do PayPal,  John Lunn (foto: Rafael Romer/Canaltech)


Em entrevista ao Canaltech, Lunn falou que acredita que o modelo proposto pelo Paypal não gera conflito com questões de privacidade do usuário, já que todos os programas da empresa são optativos e a empresa garante que só as informações necessárias serão repassadas ao vendedor. "A verdade é que a privacidade e conveniência são duas coisas opostas. Há nove anos as pessoas diziam 'eu não vou colocar minhas informações no Facebook, isso é loucura', agora se você não está no Facebook você não tem amigos. Então é conveniente [fornecer seus dados] se a experiência melhora sua vida", afirma.
Além de extinguir o dinheiro, Lunn defende que no futuro deveremos nos livrar completamente de nossas carteiras. "Sua carteira deveria estar na nuvem, ela não deveria estar no seu smartphone, não deveria estar na sua TV, não deveria estar no seu bolso", disse. "E todos os dispositivos deveriam se conectar à sua carteira, e assim você só teria uma carteira". 
A tecnologia para tornar isso realidade já existe, de acordo com o executivo, mas ainda há muita infraestrutura de legado que atrapalha o avanço dessas tecnologias nos  negócios. Para isso, a empresa promove atualmente programas como o Cash for Registers, que permite que comerciantes norte-americanos troquem suas antigas caixas registradoras por uma quantia em dinheiro e um novo modelo de registradora conectada e com suporte para apps. A empresa promove ainda iniciativas como o Paypal Login, para usuários conectarem contas verificadas com suas informações bancárias a serviços e negócios, como forma de facilitar transações.
Uma tendência, no entanto, que o Paypal parece não estar pronto para adotar tão cedo é a moeda virtual Bitcoin, já aceita por diversos internautas e vendedores digitais. "Nós observamos a Bitcoin bem de perto, mas para nós ela não está pronta para ser uma moeda", disse.
Lunn se diz pessoalmente empolgado pelo conceito da moeda, mas afirma que a estabilidade ainda é algo que preocupa a empresa, e a falta de regulamentação torna difícil de se trabalhar com ela. "Mas para nós, assim que ela se tornar uma moeda estável, com certeza olharemos para isso", sugere.

Futuro da compra

Para o executivo, as compras online devem se tornar "contextuais" no futuro próximo. "O seu computador saberá o que você quer antes de você comprar", afirma. Cada uma das preferências, histórico de compras e informações de perfil serão analisadas para indicar para o consumidor quais os produtos que ele busca no momento correto.
A distância entre comprar e receber o produto também deve se tornar cada vez menor. Atualmente, serviços como o eBay Now já permitem a entrega de um produto onde o usuário estiver dentro de uma hora após a compra, tudo baseado em geolocalização - isso nos EUA.
Para Lunn, o crowdfunding também deve ganhar cada vez mais força no nosso dia-a-dia, conforme consumidores se engajam cada vez mais ativamente com produtos que representam exatamente o que buscam. Para o executivo, o consumidor atual não tem mais paciência para esperar um produto que "não existe", e qualquer boa ideia pode ser financiada através de múltiplas pessoas que se interessem por ela.


Fonte: 
http://corporate.canaltech.com.br/



Samsung revela Galaxy Note 3 Neo: tela grande com hardware não tão poderoso

A Samsung anunciou oficialmente o Galaxy Note 3 Neo, uma versão menor do Galaxy Note 3, que continua com a traseira que lembra couro e a caneta S Pen, mas traz componentes de hardware mais simples (o que não significa que sejam fracos). O anúncio foi feito inicialmente pela divisão polonesa da Samsung, mas o aparelho será lançado em todo o mundo a partir de fevereiro.
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Com tela de 5,5 polegadas, esta é a primeira vez que vemos um smartphone da linha Galaxy Note ficar menor, já que até agora a Samsung não havia lançado uma variante do phablet, diferente do que costuma fazer com a linha Galaxy S, onde há até câmeras disfarçadas de celulares. A resolução também diminuiu: em vez dos 1920×1080 pixels em 5,7 polegadas do Galaxy Note 3, temos aqui um painel Super AMOLED de 1280×720 pixels.
Haverá dois modelos diferentes. O Galaxy Note 3 Neo com 3G chega com processador quad-core de 1,6 GHz, enquanto o modelo com 4G traz um hexa-core Exynos 5260 da própria Samsung, que na verdade é formado por dois núcleos Cortex-A15 de 1,7 GHz de alto desempenho e quatro núcleos Cortex-A7 de 1,3 GHz para economizar bateria.
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De resto, temos uma câmera traseira de 8 megapixels que filma em 1080p a 30 quadros por segundo, câmera frontal de 2 megapixels, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno (a entrada para microSD de até 64 GB continua lá) e bateria de 3.100 mAh. Nas conexões, há Bluetooth 4.0, Wi-Fi 802.11ac, NFC e infravermelho.
Os principais recursos de software do Galaxy Note 3 estão no Galaxy Note 3 Neo também: Multi Tela (exibe dois aplicativos na mesma tela), Comando Suspenso (mostra funções ao aproximar a caneta S Pen), Janela da Caneta (abre aplicativos desenhando uma janela na tela) e Minha Revista (notícias, emails, eventos e redes sociais num lugar só).
O Galaxy Note 3 Neo será lançado a partir de fevereiro, nas cores preto, branco e verde (!). Entramos em contato com a Samsung para descobrir a previsão de lançamento e preço sugerido no Brasil e atualizaremos este post quando recebermos mais informações.




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► #NOVIDADE! Nextel vai desligar rede de rádio e lançar iPhone no Brasil

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A Nextel está prestes a desligar seu tradicional serviço de rádio. Essa é a apenas a primeira de uma série de mudanças pelas quais a empresa vai passar no futuro próximo, que envolve também o lançamento do iPhone e a implantação de uma rede de internet 4G para servirem aos aparelhos da operadora.
Além disso, a controladora da Nextel, NHI Holdings, firmou acordo com a Telefônica para uso das redes 3G da Vivo no Brasil e da Movistar, no México, além de habilitar o roaming de dados entre os países e também com os Estados Unidos, onde os aparelhos passam a funcionar pela AT&T. Com isso, a operadora passa de 300 cidades com serviço de internet para cerca de 3,1 mil e tem a expectativa de aumentar sua participação nesse segmento, que hoje é de apenas 0,12%.
Mas a grande mudança mesmo será a extinção do serviço iDEN, que permitia a comunicação Push to Talk (PTT) – o famoso “rádio”. Segundo George Dolce, vice-presidente de marketing da Nextel, essa tecnologia já atingiu seu estado máximo e, agora, a evolução é possível com uso das redes 3G. A declaração foi publicada pelo jornal Valor Econômico.
A mudança, porém, não significa que a Nextel vai ficar sem uma de suas principais tradições. Com a ampliação das redes 3G e sua nova rede 4G – que começará a ser instalada no Rio de Janeiro –, a empresa lançará um aplicativo que fará as vezes do PTT. Chamado de Prip, uma referência ao som emitido pelos aparelhos atuais, o software será lançado ainda no primeiro trimestre de 2014 para Android e iOS.
Para garantir uma transição tranquila, a Nextel diz ter investido US$ 900 milhões em sua rede 3G nos últimos dois anos, mais um montante não revelado na implementação do 4G. Agora, a empresa espera que seus usuários migrem para o Prip e possibilitem o desligamento do iDEN, algo que deve acontecer nos próximos anos. O desenvolvimento continua nas mãos da Motorola, que já era a fornecedora original da tecnologia.


Nova oferta

Preparando sua entrada definitiva no mundo dos smartphones, a Nextel tem o iPhone como seu carro-chefe. A empresa firmou um acordo de três anos com a Apple que prevê, entre outras coisas, a prática de preços competitivos no mercado. Atrelado a planos pós-pagos, o aparelho chega ao Brasil custando R$ 999 e em três versões diferentes.
O iPhone 4S, por exemplo, sai por esse valor atrelado a um plano de 300 minutos e 3 GB de franquia de internet, que custa R$ 99 por mês. Já o 5C tem mensalidade de R$ 199 com 500 minutos e 5 GB. Por último, o 5S chega  com uma conta de R$ 299 mensais, 2,5 mil minutos e 10 GB.
A oferta já mostrou seus resultados entre a base de clientes. De acordo com Dolce, um site criado pela Nextel para que seus consumidores registrem a intenção de adquirir um iPhone da operadora ultrapassou as 10 mil adesões em pouco tempo, mostrando que os consumidores estão dispostos a evoluir com a empresa e adquirir aparelhos mais avançados.
O iPhone da Nextel foi lançado no mercado nesta sexta-feira (31). Nos Estados Unidos, a Nextel já opera sem sua rede iDEN, que foi desligada em junho de 2013, e é uma subsidiária da Sprint.


[ Fonte: 
http://corporate.canaltech.com.br ]



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Em um ano, Facebook conquista 172 milhões de novos usuários




O Facebook continua se mostrando uma máquina de fazer dinheiro. Depois de um IPO fracassado no ano passado, a empresa se recuperou e vem apresentando resultados positivos atrás de resultados positivos. No último trimestre não foi diferente, o que fez com que suas ações disparassem.

Anunciados nesta quarta-feira, 29, os números da rede social mostram uma empresa que continua em ascensão. No final do quarto trimestre de 2012, a rede social totalizava 1,06 bilhão de usuários ativos mensais. Já no fim do mesmo período de 2013, este valor está na casa dos 1,23 bilhão. O salto representa um aumento anual de 16%.

Deste 1,23 bilhão, 62% usam a rede social diariamente. Isso significa que, em média, 757 milhões de pessoas entram no Facebook todos os dias, valor que também aumentou bastante no último ano. No fim de 2012, esse número era de 618 milhões.

Mas esta foi a categoria que menos cresceu. Quando considerados os usuários mensais no mobile, o salto é ainda mais relevante. O Facebook pulou de 680 milhões para 945 milhões em um ano, uma variação positiva de 39%. Em relação aos usuários diários do mobile, são 556 milhões atualmente, contra 374 milhões no ano passado, ou uma alta de 48%.

Mas nada disso valeria a pena se o Facebook não gerasse receita e eles aprenderam como fazer para tirar muito dinheiro do site. A empresa arrecadou US$ 2,6 bilhões no último trimestre de 2013, fechando o ano com um total de US$ 7,9 bilhões em receitas. Em 2012, o quarto trimestre resultou em 1,6 bilhão e um US$ 5,09 bilhões durante o ano inteiro.

Muito disso se deve ao fato de que a publicidade móvel, um dia calcanhar de aquiles dos negócios do Facebook, hoje cresce a um ritmo galopante e já representa mais da metade dos ganhos com anúncios da empresa, chegando a 53% do total arrecadado no trimestre encerrado em 31 de dezembro.



Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

'123456' é a pior senha de 2013. Veja a lista com as 25 mais comuns

Senha


Mesmo com os casos recentes de espionagem, divulgados pelo ex-técnico da NSA Edward Snowden, muitas pessoas ainda não estão nem um pouco preocupadas com sua segurança online. Isso porque a empresa SplashData divulgou a lista das senhas mais comuns - e mais fáceis de serem roubadas - do ano passado.
O levantamento de 2013 foi influenciado principalmente por um vazamento em outubro nos serviços da Adobe, que expôs as contas de 38 milhões de usuários. Este é o motivo pelo qual a lista deste ano inclui pela primeira vez as senhas "adobe123" e "photoshop", na 10ª e 15ª posições, respectivamente. Dessa forma, vale lembrar que criar uma senha baseada no nome do programa que você está usando é uma ideia perigosa e arriscada.
Outro dado importante do relatório indica que este é o primeiro ano que a expressão "password" não aparece no primeiro lugar do ranking, agora ocupado pelo "123456". Morgan Slain, CEO da SplashData, destaca que as senhas numéricas estão mais curtas e, por isso, mais propensas a ataques. Estreiam na lista o "1234" (16ª posição), "12345" (20ª) e "000000" (25ª).
O SplashData afirma que senhas mais complexas não estão totalmente livre de ciberataques, mas faz um alerta que todos nós já sabemos: é aconselhável usar senhas de pelo menos oito caracteres, alternando entre números e letras maiúsculas e minísculas. Além disso, é bom evitar a mesma combinação de nome de usuário e senha para os sites que você mais acessa, já que oscrackers podem usar sua conta das redes sociais para conseguir informações de e-mail e até de transações bancárias.
Veja abaixo a lista com as 25 senhas mais comuns de 2013:

  1. 123456 (subiu uma posição)
  2. password (caiu uma posição)
  3. 12345678
  4. qwerty (subiu uma posição)
  5. abc123 (caiu uma posição)
  6. 123456789
  7. 111111 (subiu duas posições)
  8. 1234567 (subiu cinco posições)
  9. iloveyou (subiu duas posições)
  10. adobe123
  11. 123123 (subiu cinco posições)
  12. Admin
  13. 1234567890
  14. letmein (caiu sete posições)
  15. photoshop
  16. 1234
  17. monkey (caiu onze posições)
  18. shadow
  19. sunshine (caiu cinco posições)
  20. 12345
  21. password1 (subiu quatro posições)
  22. princess
  23. azerty
  24. trustno1 (caiu doze posições)
  25. 000000


Fonte: 
http://canaltech.com.br/



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