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domingo, 17 de maio de 2015

Samsung apresenta a sua bicicleta inteligente

Falar em Samsung e bicicletas pode parece estranho mas, como já sabemos, a empresa coreana é sempre uma “caixa de surpresas”.
Ao contrário do que é comum, a Samsung não apresentou um tablet, uma smartTV, um smartphone, um smartwatch… desta vez, num evento de design realizado em Milão, a Samsung apresentou a sua smartbike.
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A apresentação da smartBike que aconteceu em Milão, vem mais uma vez mostrar que a Samsung não é apenas a empresa dos dispositivos móveis e das TVs.
Apesar de ainda ser apenas um protótipo, esta smartbike em alumínio destaca-se por incorporar tecnologias de baixo custo como por exemplo um Arduino, que serve de “cérebro” de todo o sistema e por um smartphone Samsung que irá permitir ao ciclista ver, por exemplo, imagens da webcam que se encontra localizada na traseira da bicicleta. Todas as comunicações entre componentes são realizadas via Wifi ou bluetooth.
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Além dos componentes já referidos, há ainda a destacar a presença de uma luz de presença,  lasers e de um GPS que permite a condução do velocípede em ambientes com pouca ou nenhuma luz.
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Veja est1 fantástico conceito em vídeo
O conceito é fantástico e esperamos que brevemente seja uma realidade. A Samsung não informou quando colocará no mercado a sua smartbike nem quais os valores da mesma.

FONTE: http://pplware.sapo.pt/

terça-feira, 21 de abril de 2015

Entenda os motivos que levam o brasileiro aos celulares piratas





A Anatel oficializou seu plano de caça aos celulares irregulares, que prevê o bloqueio dos dispositivos que não possuem certificação para operar no mercado brasileiro. Dentro dessa categoria, se destacam os celulares chineses de marcas desconhecidas, que muitas vezes são clones das grandes empresas, como Apple, Samsung, Nokia, Motorola e etc., que acabam tendo um sucesso considerável no mercado paralelo.

O Olhar Digital consultou o especialista em telecomunicações Almir Meira, professor da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), para entender os motivos pelos quais as pessoas procuram estes aparelhos, que muitas vezes tem a qualidade reconhecidamente baixa.

O principal critério, obviamente, é o econômico. “Eles são mais baratos do que um de marca. Na Santa Ifigênia [popular rua de comércio de eletrônicos em São Paulo, eu pude encontrar equivalentes a um Samsung de R$ 2 mil por cerca de R$ 400 ou R$ 500”, conta ele.

No entanto, nem sempre o caso é de um aparelho ruim; às vezes a falta de uma marca de respeito é a principal diferença. “Olhando para as configurações, eles muitas vezes tem um hardware interessante e até se saem bem em termos de desempenho”, diz Meira.

Outro ponto importante abordado pelo especialista é que raramente as grandes marcas apostam em celulares com múltiplos chips, o que sobra nesses aparelhos chineses. Com a cultura da telefonia pré-paga do país, é comum os usuários optarem por estes dispositivos que às vezes oferecem opções com três ou até quatro chips, permitindo maior economia na hora de fazer ligações.

Segundo ele, os aparelhos “alternativos” mais procurados pelo público tem, em geral, telas grandes, para permitir uma navegação e usabilidade mais práticas. Eles também têm características estéticas que se aproximam dos aparelhos caros.

Problemas
Estes dispositivos chegam ao consumidor sem homologação, ou quaisquer tipos de testes. Assim, não há uma estimativa da potência irradiada pelo aparelho, ao contrário dos celulares convencionais.

Desta forma, não há nenhuma garantia de que a potência emitida não estará acima do limite recomendado, o que pode causar dor de cabeça e desconforto. Além disso, as ligações podem sofrer com mais ruídos e quedas, já que o hardware genérico não tem garantia de funcionamento adequado.


FONTE: http://olhardigital.uol.com.br/

Sony anuncia Project Morpheus, óculos de realidade virtual para PlayStation 4

Project Morpheus

Depois de uma série de rumores nos últimos meses, a Sony revelou nessa terça-feira (18) o Project Morpheus, um visor de realidade virtual para o PlayStation 4. O anúncio ocorreu durante uma conferência na Game Developers Conference (GDC) 2014, em São Francisco, nos Estados Unidos. As informações são do site The Verge.
De acordo com a gigante japonesa, a decisão de apresentar o produto durante a GDC foi essencial para receber o feedback de vários desenvolvedores e ouvir suas opiniões, já que, para a companhia, a realidade virtual é a próxima grande inovação para o PlayStation. A corporação também acredita que o Morpheus será fundamental para popularizar o uso dessa tecnologia porque ajuda a ampliar as emoções, amplia experiências sociais e, já que os jogos não serão os únicos tipo de conteúdo para o gadget, tem um apelo democrático.
"A indústria está crescendo e com isso está criando novas possibilidades para os jogadores", declarou Shuhei Yoshida, presidente dos estúdios globais da Sony. "Avanços que antes eram impossíveis hoje já são realidade. E o PlayStation está determinado a levar essas experiências incríveis aos jogadores", disse.
Yoshida afirmou que o Morpheus está em desenvolvimento desde 2010, quando os primeiros protótipos foram fabricados para o PlayStation 3. Na época, foi criada uma versão de testes em primeira pessoa de God of War 2 e que foi demonstrada pelo executivo. Durante a apresentação, Yoshida mostrou que na demo era possível enxergar o jogo pelos olhos do protagonista Kratos - ao olhar para baixo, ele enxergava o corpo do personagem.
Uma das características que mais chamou atenção no Morpheus é o rastreamento de posição, considerado peça-chave para a criação do acessório. Ricard Marks, diretor sênior de pesquisa e desenvolvimento da Sony, disse que o dispositivo terá como foco inicial seis áreas principais: visão, audição, monitoramento, controle, facilidade de uso e conteúdo. Cada uma destas virá acompanhada de categorias específicas para aprimorar suas respectivas experiências.
No caso da vista, Marks ressaltou a qualidade de imagem dos produtos da Sony, enquanto que o som virá com uma tecnologia binaural 3D para aumentar a sensação de presença e imersão dentro do jogo. Já o monitoramento e controle ficarão por conta da PlayStation Eye e do PS Move. A facilidade de uso, por sua vez, será responsável por tornar o visor atrativo e confortável na hora de utilizá-lo. Por fim, o conteúdo vai reunir todas as atuais e futuras produções que estão em desenvolvimento para o aparelho. Entre as empresas parceiras da Sony estão a Unity, Crytek, Epic, Havok, Wwise, Gigantic, Autodesk Gameware, Criware, DDD, Silicon Studio, e Bitsquid.

Project Morpheus
(Foto: Divulgação/Sony)

O Project Morpheus exibido durante a conferência na GDC é apenas um protótipo, mas a palavra de ordem da Sony é que qualquer pessoa consiga comprá-lo em uma loja e utilizá-lo de forma rápida e simples. Segundo a companhia, o gadget não vai exigir instalações de programas ou configurações complicadas. O produto também poderá ser utilizado em outras atividades além de jogos, incluindo algumas aplicações da Agência Espacial dos Estados Unidos, a NASA, como destacou Marks. Uma das demonstrações mostrou o solo do planeta Marte exibido através do visor do Morpheus.
Quem estiver na feira em São Francisco poderá testar o dispositivo em demos jogáveis dos jogos The Deep, The Castle, Eve Valkyrie e o novo Thief. Quem já pode experimentar o acessório aprovou. Como é o caso de Anton Mikhailov, engenheiro sênior de software da Sony, que definiu o projeto como um produto com potencial para revolucionar um segmento que ainda dá os primeiros passos no mercado. O jornalista canadense Geoff Keighley, da rede de TV Spike, comentou em seu Twitter que os desenvolvedores que testaram o acessório garantem que a qualidade de imagem e a experiência é superior ao Oculus Rift.
De acordo com a Sony, o status atual do Project Morpheus possui as seguintes especificações:

  • Imagens com resolução Full HD (1080p)
  • Imagens em 360 graus
  • Campo de visão maior que 90 graus
  • 3 metros cúbicos de volume
  • Frequência de 1.000 Hz
  • Pode ser usado com óculos de grau
  • Aceita fones de ouvido sem fio
  • Compatível com controles DualShock e PS Move
  • Sem previsão de lançamento
  • Sem preço definido


FONTE: 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Modo XP do Windows 7 também deixará de receber suporte da Microsoft

Adeus Windows XP


Até pouco tempo, o Windows XP era o sistema operacional mais usado no mundo, perdendo seu posto apenas para o Windows 7 em agosto de 2012. Apenas agora, quase 13 anos após seu lançamento, ele deixará de receber o suporte da Microsoft oficialmente. Mas isso não conta apenas para o sistema operacional em si. 
Alguns podem não saber disso, mas em uma tentativa de fazer seus usuários migrarem rapidamente para o Windows 7, a Microsoft criou o Modo Windows XP, que deixava o usuário utilizar programas originalmente projetados para o antigo sistema de forma integrada. Este modo evitava os problemas de compatibilidade que ocorriam com aqueles que migraram para o Vista. Já no Windows 8, este modo não estava mais disponível, sendo que a Microsoft garantiu que a compatibilidade com softwares mais antigos.
Windows XP




Com o fim do suporte no dia 08 de Abril, mesmo estando no Windows 7, o Modo Windows XP também será afetado e deixará de ter atualizações, ficando mais vulnerável a problemas e possíveis vírus. Isso não significa que você deva parar de usá-lo, já que há meios de se precaver contra ameaças – mas é bom ficar bem atento. A Microsoft recomenda, por exemplo, que só se utilize este sistema quando a internet não estiver ligada, algo raro nos dias de hoje para a maioria dos usuários. 
Parece que finalmente o ciclo de vida do que foi o sistema operacional mais usado do mundo realmente está acabando. Resta imaginar quanto tempo o Windows 7, atualmente o mais utilizado, sobreviverá. Principalmente levando em conta a rejeição dos usuários em relação ao Windows 8.


FONTE: http://canaltech.com.br/

terça-feira, 14 de abril de 2015

iPhone 6 começará a ser produzido nas próximas semanas

iOS


Ao que tudo indica, a Apple pode começar a produzir o iPhone 6 em apenas algumas semanas. A Pegatron, empresa parceira da Maçã na fabricação do smartphone, estaria abrindo um novo espaço na fábrica e contratando dezenas de novos funcionários para que novos projetos se iniciem nos próximos dias.
As informações foram dadas por um relatório do Commercial Times, da China, em artigo traduzido pela agência de notícias Reuters. A produção já teria data para começar: no inicio do segundo trimestre.
A Pegatron não é a única fabricante do iPhone na região. A Foxconn é a parceira mais conhecida da Maçã na fabricação dos gadgets, porém, rumores anteriores indicavam que a fábrica de Taiwan passaria a ser responsável por metade da produção global do iPhone a partir da próxima versão do aparelho, o que ajuda a confirmar os boatos sobre o início da fabricação.




CNET relata que procurou a equipe da Apple para esclarecer o vazamento de informações, porém, a empresa se recusou a comentar o episódio.


FONTE; http://canaltech.com.br/

sábado, 11 de abril de 2015

Servidores Linux são infectados com malware que envia spam e redireciona usuário

SERVIDORES


Pesquisadores da firma de segurança Eset descobriram uma grande operação cibercriminosa que tem como alvo servidores Linux e Unix, incluindo aqueles pertencentes à própria Linux Foundation e aos desenvolvedores do cPanel, que controla serviços de hospedagem. A ameaça, que distribui spam e redireciona usuários para páginas maliciosas, estaria ativa desde 2011.
A ameaça foi batizada como Windigo e, em seus 36 meses de operação, já teria comprometido mais de 25 mil servidores. A maioria deles é responsável pelo envio em massa de spam, com mais de 35 milhões de mensagens enviadas todos os dias para usuários ao redor do mundo, todas contendo links maliciosos.
Outra parcela da infraestrutura infectada, porém, é responsável por redirecionar usuários de Windows para páginas falsas na internet, em uma tentativa de infectar os computadores e obter informações confidenciais de seus usuários. A ameaça atua, ainda, substituindo anúncios legítimos por propagandas de sites ou serviços pornográficos.




Apesar de um número relativamente pequeno de sistemas infectados, a Eset aponta para o perigo da nova ameaça, já que ela tem como alvo exclusivo os servidores. Assim, ela é capaz de atingir uma série de novos usuários comuns, além de utilizar a infraestrutura e banda mais robustas para se espalhar de maneira mais eficaz.
A firma aponta, por exemplo, para os riscos de um ataque de negação de serviço que utilize servidores em vez de computadores comuns, indicando que mil sistemas do tipo são muito mais eficazes que milhares de computadores pessoais espalhados pelo mundo. Atos desse tipo, porém, ainda não foram identificados.
Há indícios de que a operação Windigo teria relação com uma invasão dos servidores da Linux Foundation, mais precisamente, do serviço kernel.org. O ato criminoso, executado em 2011, não teve muitos detalhes divulgados para o público, com boa parte da culpa atribuída a um rootkit chamado Phalanx, que se infiltrou nos sistemas da organização e teve acesso a informação confidencial dos usuários infectados.
Segundo a Eset, na ocasião, os servidores também foram infectados com um segundo malware, o Linux/Ebury, que teria aberto backdoors no sistema para a entrada de criminosos e controle dos dispositivos por meio do roubo das credenciais de acesso. Sendo assim, foi possível obter controle da infraestrutura mesmo sem uso de brechas na segurança.
Ao final de seu relatório, a Eset taxa como ineficaz a proteção de servidores Linux apenas por senhas simples. Em vez disso, a empresa sugere que administradores de data centers sempre utilizem a autenticação em duas etapas, de forma a impedir o acesso indiscriminado de terceiros que, eventualmente, possam ter usado métodos de roubo de credenciais.
Além disso, a firma de segurança divulgou um comando a ser usado por quem quer descobrir se sua infraestrutura está infectada com o Windigo:

$ ssh -G 2>&1 | grep -e illegal -e unknown > /dev/null && echo "System clean" || echo "System infected"

Em caso positivo, a sugestão é a reinstalação do sistema operacional das máquinas comprometidas e a mudança de senhas de acesso que estejam armazenadas nelas.


FONTE:  http://corporate.canaltech.com.br/

sexta-feira, 10 de abril de 2015

3 coisas que você precisa saber sobre o futuro

Touch e tecnologia


Recentemente, o colunista da Forbes Greg Satell falou sobre o progresso, sobre o que a humanidade esperava ver no futuro e o que temos hoje, defendendo que 140 caracteres podem ser mais úteis do que carros voadores. 
Agora, em um novo texto, Satell faz suas apostas e previsões sobre o que podemos esperar agora para o futuro da humanidade, desde novidades tecnológicas até as relações humanas. Aqui, destacamos as principais ideias do pesquisador, que atualmente é um dos nomes mais respeitados quando o assunto é inovação.

Apertem os cintos: a mudança será veloz

Você já deve ter percebido: a inovação passou a ser muito mais veloz nos últimos anos. Se você nasceu antes dos anos 2000, não terá dificuldades para se lembrar do mundo em 2004. O Google era relativamente novo, existiam iPods, mas não smartphones. A internet móvel não existia, as redes sociais ainda estavam sendo desenvolvidas. Apenas especialistas e entusiastas vislumbravam a computação na nuvem.




Satell também lembra o preço dos televisores: em 2004, uma televisão de tela plana com 42 polegadas custava cerca de US$ 4 mil no hemisfério norte, valor que poderia chegar ao preço de um carro aqui no Brasil.
Há 20 anos, a internet da forma como conhecemos hoje não passava nem pela imaginação dos mais empolgados. Os telefones celulares já existiam, mas eram poucos e muito caros. No Brasil, apenas as grandes cidades contavam com sinal de telefonia celular. Em 1994, poucas pessoas no Brasil tinham acesso a CD players – equipamentos portáteis eram ainda mais raros.
Com base nisso, Greg Satell calcula que em 2024, nossa tecnologia estará mil vezes mais avançada do que em 2004 e um milhão de vezes mais poderosa do que em 1994. Se é difícil acompanhar a tecnologia e a inovação hoje, prepare-se para os próximos 10 anos.

O mundo virtual vai se misturar ao mundo real

Já vemos um pouco disso hoje em dia: as lojas físicas foram substituídas por espaços virtuais. As compras são feitas pela internet para que você receba os produtos reais na sua casa. Com a popularização de impressoras 3D, passaremos a baixar objetos para imprimir em casa, sejam eles gratuitos ou pagos – e isso por si já pode representar uma enorme revolução no consumo.
virtual
(Imagem: reprodução/Lift Mag)

A cada dia que passa, a fronteira entre o virtual e o real é cada vez menor. Sistemas de realidade aumentada já são capazes de sobrepor imagens do mudo ao nosso redor com informações da Web. Informações sobre um produto ou um local podem ser obtidas apenas ao apontar um smartphone para o assunto a ser pesquisado.
Para Peter Diamandis, fundador do X-Prize, a abundância que temos hoje na Internet, seja na facilidade de se obter as coisas ou no valor mais baixo para elas, deve ser estendida para o mundo físico. A energia pode ser mais um fator nessa soma: com a popularização da captação de energia solar, ela será mais um dos “itens” a se tornarem mais baratos e acessíveis.

A tecnologia vai conhecer você profundamente

Até agora a tecnologia vem sendo construída, basicamente, para as massas. Mas isso tende a mudar – e, aos poucos, já está mudando. Com o Google Now, por exemplo, o sistema já é capaz de conhecer sua rotina e determinar se é preciso sair mais cedo de casa caso o trânsito no caminho para o trabalho esteja prejudicado.
Mas isso será elevado a um novo nível: para Satell, a coleta (e o cruzamento) de dados por meio de dispositivos eletrônicos será útil nos mais variados campos da vida diária. Professores terão informações sobre o comportamento dos alunos, não só na sala de aula, mas em todo o seu histórico escolar. Um médico, por exemplo, terá relatórios completos sobre o seu corpo, indicando qualquer mudança ao longo do tempo.


FONTE: http://canaltech.com.br/