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sexta-feira, 10 de abril de 2015

3 coisas que você precisa saber sobre o futuro

Touch e tecnologia


Recentemente, o colunista da Forbes Greg Satell falou sobre o progresso, sobre o que a humanidade esperava ver no futuro e o que temos hoje, defendendo que 140 caracteres podem ser mais úteis do que carros voadores. 
Agora, em um novo texto, Satell faz suas apostas e previsões sobre o que podemos esperar agora para o futuro da humanidade, desde novidades tecnológicas até as relações humanas. Aqui, destacamos as principais ideias do pesquisador, que atualmente é um dos nomes mais respeitados quando o assunto é inovação.

Apertem os cintos: a mudança será veloz

Você já deve ter percebido: a inovação passou a ser muito mais veloz nos últimos anos. Se você nasceu antes dos anos 2000, não terá dificuldades para se lembrar do mundo em 2004. O Google era relativamente novo, existiam iPods, mas não smartphones. A internet móvel não existia, as redes sociais ainda estavam sendo desenvolvidas. Apenas especialistas e entusiastas vislumbravam a computação na nuvem.




Satell também lembra o preço dos televisores: em 2004, uma televisão de tela plana com 42 polegadas custava cerca de US$ 4 mil no hemisfério norte, valor que poderia chegar ao preço de um carro aqui no Brasil.
Há 20 anos, a internet da forma como conhecemos hoje não passava nem pela imaginação dos mais empolgados. Os telefones celulares já existiam, mas eram poucos e muito caros. No Brasil, apenas as grandes cidades contavam com sinal de telefonia celular. Em 1994, poucas pessoas no Brasil tinham acesso a CD players – equipamentos portáteis eram ainda mais raros.
Com base nisso, Greg Satell calcula que em 2024, nossa tecnologia estará mil vezes mais avançada do que em 2004 e um milhão de vezes mais poderosa do que em 1994. Se é difícil acompanhar a tecnologia e a inovação hoje, prepare-se para os próximos 10 anos.

O mundo virtual vai se misturar ao mundo real

Já vemos um pouco disso hoje em dia: as lojas físicas foram substituídas por espaços virtuais. As compras são feitas pela internet para que você receba os produtos reais na sua casa. Com a popularização de impressoras 3D, passaremos a baixar objetos para imprimir em casa, sejam eles gratuitos ou pagos – e isso por si já pode representar uma enorme revolução no consumo.
virtual
(Imagem: reprodução/Lift Mag)

A cada dia que passa, a fronteira entre o virtual e o real é cada vez menor. Sistemas de realidade aumentada já são capazes de sobrepor imagens do mudo ao nosso redor com informações da Web. Informações sobre um produto ou um local podem ser obtidas apenas ao apontar um smartphone para o assunto a ser pesquisado.
Para Peter Diamandis, fundador do X-Prize, a abundância que temos hoje na Internet, seja na facilidade de se obter as coisas ou no valor mais baixo para elas, deve ser estendida para o mundo físico. A energia pode ser mais um fator nessa soma: com a popularização da captação de energia solar, ela será mais um dos “itens” a se tornarem mais baratos e acessíveis.

A tecnologia vai conhecer você profundamente

Até agora a tecnologia vem sendo construída, basicamente, para as massas. Mas isso tende a mudar – e, aos poucos, já está mudando. Com o Google Now, por exemplo, o sistema já é capaz de conhecer sua rotina e determinar se é preciso sair mais cedo de casa caso o trânsito no caminho para o trabalho esteja prejudicado.
Mas isso será elevado a um novo nível: para Satell, a coleta (e o cruzamento) de dados por meio de dispositivos eletrônicos será útil nos mais variados campos da vida diária. Professores terão informações sobre o comportamento dos alunos, não só na sala de aula, mas em todo o seu histórico escolar. Um médico, por exemplo, terá relatórios completos sobre o seu corpo, indicando qualquer mudança ao longo do tempo.


FONTE: http://canaltech.com.br/

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