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domingo, 30 de março de 2014

MWC 2014: Em keynote, Mark Zuckerberg fala sobre seus planos de 'dominar o mundo'

Mark Zuckerberg



CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, realizou na tarde desta segunda-feira (24) sua keynote como parte da programação do Mobile World Congress, em Barcelona. Questionado sobre a recente compra do WhatsApp logo ao início de sua apresentação, Zuckerberg afirmou que o motivo da aquisição é que o aplicativo "combina" com o Facebook. "O que nós vemos é que o WhatsApp está no caminho para conectar mais de um bilhão de pessoas globalmente, e existem muito poucos serviços que estão nessa pegada. É algo incrivelmente valioso", afirmou.
Zuckerberg classificou a compra de US$ 19 bilhões como um bom negócio pelo simples alcance da plataforma, e voltou a afirmar que o foco agora será na expansão do número de usuários da plataforma, sem perspectiva de monetizá-la. Ele também voltou a dizer que não haverá nenhuma mudança no modelo de operação do app, que se manterá independente do Facebook.
Essa independência deve se aplicar também aos conteúdos de fotos, vídeo e voz compartilhados via WhatsApp, afirmou Zuckerberg. De acordo com ele, por uma questão de eficiência, todas as mensagens enviadas pelo app são apagadas dos servidores assim que chegam ao destino final, por isso, usuários não precisariam se preocupar com o Facebook coletando dados do serviço.  "Seria tolice mexer com isso ou acreditar que vamos usar as informações trocadas no app", disse.
CEO afirmou que a compra do WhatsApp está diretamente relacionada a um dos principais focos da empresa atualmente, o projeto Internet.org. A parceria global encabeçada pela rede social trabalha para levar o acesso a dispositivos e serviços "básicos" de internet, que incluiriam mensagens de texto, redes sociais e buscas, para regiões do mundo ainda não conectados. "A parte mais cara de se conectar à internet não é o dispositivo em si, mas os planos de dados. Nós não estamos no caminho para conectar todos a não ser que algo mude nesse sentido", afirmou.
Zuckerberg citou alguns dos primeiros resultados positivos do projeto, como a parceria com a operadora Globe, nas Filipinas. Desde o início do projeto, há cerca de quatro meses, o acesso gratuito ao Facebook e Messenger fornecido pela operadora fez aumentar o número de assinantes de planos de dados em 25%, e dobrou o uso de banda em sua rede. Zuckerberg citou também a parceria com a operadora Tigo, no Paraguai, que aumentou em 70% o uso de dados após o projeto.
"Uma vez que as pessoas têm esses serviços de graça, começam a se interessar por outros produtos", afirmou. "Isso mostra a elas porque é racional e bom gastar dinheiro na internet". De acordo com o CEO do Facebook, o próximo passo é prover acesso a serviços como Wikipédia, previsão de tempo e preços de alimentos através da iniciativa.
Em 2014, Zuckerberg deseja expandir o projeto junto a mais três ou quatro novas operadoras de pequeno porte para provar que o modelo de conectar mais pessoas a serviços gratuitos pode trazer benefícios aos operadores e às pessoas. Nos próximos três anos, o CEO afirma já pretender trabalhar com operadoras maiores para conectar até 3 bilhões de novos usuários à internet em até dez anos. De acordo com ele, o modelo do projeto Internet.org não é rentável a curto prazo para o Facebook. "Nós vamos perder dinheiro por um bom tempo", afirmou. Mas acredita que em algum momento eles vão encontrar uma forma de tirar algum valor do projeto.
Questionado sobre o caso Snowden e a espionagem de usuários feita pela agência de inteligência norte-americana NSA, Zuckerberg comentou que o acontecimento foi de certa forma positivo porque fez as companhias de internet trabalharem mais próximas para evitar que perdessem a confiança dos usuários. "O governo estragou as coisas, eles têm a responsabilidade de proteger as pessoas e serem transparentes", disse. "Só agora estão caminhando para onde deveriam estar, mas acho que tudo isso poderia ter sido evitado e seria muito melhor para a internet".

Voz no Whatsapp

Na manhã de hoje (24), o CEO do WhatsApp, Jan Koum, anunciou em uma mesa redonda na MWC que o serviço oferecerá chamadas de voz gratuitas pela internet para seus mais de 465 milhões de usuários. 
O novo serviço coloca o aplicativo na concorrência direta com programas como o Skype, Viber e Line, além de jogá-lo na linha de frente contra grandes operadoras de telecomunicações. De acordo com o CEO, o sistema de chamadas por voz deverá ser lançado no próximo semestre.
Desde o anúncio da aquisição da empresa pelo Facebook por US$ 19 bilhões, realizado na última quinta-feira (20), o WhatsApp viu um crescimento explosivo de usuários. Foram 15 milhões de novas inscrições em menos de uma semana.
Durante o final de semana, diversos usuários ao redor do mundo reclamaram da instabilidade do serviço, que ficou indisponível por cerca de 210 minutos. Segundo Koum, a instabilidade foi ocasionada por um roteador de rede defeituoso, que acabou gerando um efeito cascata nos servidores do aplicativo. 


[ Fonte: 
http://canaltech.com.br ] 





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